quinta-feira, 27 de maio de 2010

O twitter é meu e pronto.




Fulando falando mal de sicrano no twitter. Fulando comentando sobre o que fez no trabalho hoje, entre outros. Nas rodadas de amigos, colegas de trabalho, os comentários não mudam muito. A nova ferramenta tem dado mesmo muito o que falar. O número de contas no twitter só cresce a cada dia. Entre os mais seguidos dos brasileiros, nada mais, nada menos, do que o apresentador Luciano Huck. Com mais de um milhão de seguidores, o apresentador, expõe suas opiniões, conta o seu dia-dia e ainda adianta o que estar por vir na sua mistura do programa “Caldeirão do Huck”. Ate aí, a ferramenta só ajuda e faz com que pessoas fiquem ainda mais informadas e próximas no meio. Mas pra quem faz o “mal uso” a coisa anda meio torta e até mesmo dando “prejuízos”.
Pra quem sabe fazer o “bom” uso da ferramenta, ela é uma ótima “companheira” no local de trabalho. No meio jornalistico, por exemplo, o que muitos já devem saber, sugestões de pautas e fontes são contactadas pelo meio sem muito esforço. Mas o que ainda se discute - e muito – é o modo como essa ferramenta ainda vem sendo utilizada por algumas pessoas. Sendo assim, algumas empresas ainda não deram livre arbitrio para essa nova tecnologia de informação rápida e eficaz.
Exemplos como o do jornalista Felipe Milanez, editor da revista National Geographic Brasil, licenciada pela editora Abril, que foi demitido na última terça-feira (11) por ter criticado via Twitter a maior publicação da casa, na revista Veja, ainda são comuns. Para os responsáveis pela revista, o jornalista não foi feliz na forma de colocar a sua insastifação pela matéria publicada, falando de forma irônica e grosseira com relação à publicação.
Milanez, publicou, em seu perfil no microblog, comentários a respeito da reportagem “A farsa da nação indígena”, veiculada na última edição da revista. “Veja vomita mais ranso racista x indios, agora na Bolivia. Como pode ser tão escrota depois desse seculo de holocausto? (sic)”, escreveu em post no último domingo (9).
Em mensagem no mesmo dia, Milanez complementou dizendo que ignorava a Veja, mas “racismo” da publicação fez com que se manifestasse. A decisão de demitir o jornalista partiu dos setores da revista que entederam que as criticas foram extremamente pesadas com relação à revista.
Como falado, falar sobre o dia-dia, emitir opinião e comentar sobre algo publicado nos veiculos de comunicação faz parte da vida dos twitteiros de plantão. O fato é que, para os que trabalham não só nos meios de comunicação, os comentários relacionados ao trabalho, ou qualquer coisa do tipo, “devem” ser restritos. Postagens consideradas de cunho maldoso como o do jornalista, tem sido assunto em algumas empresas de comunicação. Falar o que se pensa, ainda é algo normal e será sempre alvo de postagens no microblog. Agora, fazer criticas maldosas com relação ao meio de comunicação à que se trabalha, ainda soa como desnatural, já que o jornal/revista ( ou qualquer outro meio de comunicação, ou não) não aceitam isso por parte de seus funcionários, o que é e sempre comum já que a pessoa é um funcionário e deve obedecer as "normas" da empresa para o qual trabalha e/ou presta algum tipo de serviço.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Leis pra que te quero?


Existe lei pra quase tudo. Lei antifumo, lei que proibi a circulação de veículos acima de 3 mil toneladas na cidade em horários considerados de pico, lei de zoneamento, lei de Pesca no Pará e por aí vai. Só não me perguntem uma coisa: Pra que servem de fato, tá? rs. O que sei é que elas querem proibir ( ou sei lá o quê). Mas se são postas em prática é algo que ainda se deixa a desejar.

A primeira, como muitos já devem saber, proibi o consumo de cigarros em bares e restaurantes da grande Belém e em veículos de uso coletivo. Com a nova lei, fica permitido fumar apenas nas ruas ou dentro de casa. A segunda foi a lei sancionada no mês passado, e consiste em tentar melhorar o trânsito da cidade que se encontra cada vez pior com a circulação desses veículos de grande porte (que fique sempre claro que não é só por conta deles). Já a terceira dispõe sobre o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) da Área de Influência das Rodovias BR-163 (Cuiabá-Santarém) e BR-230 (Transamazônica) no Estado do Pará - Zona Oeste. Até aqui me parece tudo perfeito, né? Na verdade, leis como essas não mudam basicamente em nada o meu ponto de vista relacionado à esses assuntos e tenho percebido também que a população pouco se incomoda em tentar seguir os parâmetros de cada uma. Para entender um pouco do que falo, basta passar uns exatos 10 minutos (ou até menos) nas ruas da grande Belém, para percebemos que as coisas não mudaram muito por aqui e que só pioram cada vez mais. Enfim... vamos aos fatos.
Primeiro. Bares, restaurantes e outros locais públicos, as pessoas continuam fumando sem dar menor importância as outras pessoas que se sentem prejudicadas por estarem, de certa forma, “consumindo” do cigarro alheio.
Segundo. A CTBEL (Companhia de Transportes de Belém) estipulou um prazo de um mês para que os motoristas de grandes veículos viessem a se adaptar a essa nova lei. Um mês se passou, e o que vemos? Pelo menos eu, continuo vendo caminhões, carretas, entre outros veículos, percorrendo as ruas nos horários proibidos. A CTBEL divulgou no site da Prefeitura(www.belem.pa.gov.br) a sua avaliação diante das campanhas que concientização que veio fazendo deste de que a lei foi decreta. A companhia avaliou como boa a aceitação das novas regras para a circulação de caminhões na capital paraense. O que não creio, mas tudo bem.
Diante de tudo,é sempre complicado impor regras onde está tudo está jogado às “traças”. Sendo assim, organizar todas as opiniões divergentes de pessoas que fumam, entre outros, não se torna tarefa fácil como muitos acreditam. Infelizmente, campanhas educativas, panfletos, orientações e tudo mais, ajudam e muito na orientação, mas essa atitude ainda continua sendo perca de tempo (opinião minha viu, gente?). Enquanto não houver consciência por parte dos seres humanos, que são os mais interessados da história, as coisas não caminharão em um só sentido.
Eu, que tenho pais que fumam, vejo o quanto eles se esforçam pra tentar não incomodar o próximo com o vicio que só diz respeito a eles próprios e mais ninguém. Mas, não basta apenas o "doer na consciência" de uma ou duas pessoas. Isso não muda e não mudará em nada o modo de ver das outras tantas pessoas que passam por situação parecida. Finalizo com um ditado popular que, como diz a minha irmã, é morto de arcaico mais tudo bem.
Eis:
"A união faz a força".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

É de pirar o cabeção...



Não sei se todo mundo sabe, mas a minha relação com Belém sempre foi de amor e ódio. Amor por saber que é uma cidade linda e que tem inúmeros pontos conversados e que nos servem como “porta de entrada”, ou melhor, como cartão postal. Já o ódio se dar pela falta de educação da população. São pessoas mal educadas no trânsito, pessoas mal educadas por jogarem constantemente lixo nas ruas, entre outros, que se eu for colocar aqui, não termino hoje. Mas, como a finalidade é falar sobre o nosso trânsito, que, por sinal, está cada vez caótico, me restrinjo a citar apenas algumas das infinitas coisas que me incomodam na “minha Belém do Pará”.
Vivencio todos os dias problemas de trânsito que envolvem Belém e seus acessos à Região Metropolitana. Destaco, aqui, como principais, os engarrafamentos quilométricos no Entrocamento, na Almirante Barroso e na Augusto Montenegro. Sem contar nos dias de chuva, onde a situação se torna pior e mais incomodante, como sabemos.



A Cidade das Mangueiras apresenta - e se continuar nesse ritmo frenético – irá continuar apresentando grandes problemas relacionados ao trânsito. Falta de sinalização em algumas vias, passarelas que não servem pra nada, apenas para moradores de ruas se alojarem e fazerem suas necessidades fisiológicas e falta de educação dos condutores que trafegam pelas ruas. São problemas que, infelizmente, dependem do famoso “colocar a mão na consciência” por nossa parte e de nossos governantes.

No último mês de abril, foi sancionada uma lei que proíbe a circulação de veículos acima de 3 mil toneladas nas ruas. Se isso vai ajudar em alguma coisa, não sei. O problema de Belém não está relacionado apenas à grande circulação de veículos que a cada dia só aumenta. Está relacionado também a entrada e saída da cidade que fica apenas pela BR-316. Por esse motivo, qualquer “ imprevisto” que venha acontecer, se acentua os aborrecimentos por ter que presenciar e participar de engarrafamentos enlouquecedores e que nos tiram plenamente a paciência. Explico aqui, que sem os acidentes, a situação não muda muito, principalmente em horários considerados de pico, onde a paciência também é trabalhada.

Acho que nossos representantes deveriam prestar mais atenção no que é realmente importante pra nossa população e, em especial, para a nossa cidade. O que vejo até agora, é o nosso dinheiro sendo investido em obras que não nos beneficiam em nada. E, o que ainda pior, obras que não terminam e acabam atrapalhando ainda mais o trânsito da cidade.

Fotos: Ary Souza

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Minha apresentação "maluca", tá? rs

Sempre tive imensa resistência em fazer um blog. Isso muita gente tá cansada de saber. Não porque eu não goste de blogs ou outra coisa parecida, mas sim, pela falta de paciência de pensar em um assunto legal, que eu ache que possa valer a pena de escrever sobre. Como sempre digo, adoro ler, seja o que for. Leio vários blogs ( no qual eu acho interessante, divertido, ou sei lá, lá, lá e lá). Os que leio – pelo menos até agora – sempre me acrescentam algo de especial. Ainda bem (rs). Mas... Acho que eu por eu ter certo “receio” em ter um, que me aconteceu esse fato, diga-se de passagem, “interessante” nos últimos dias: ter que fazer um precioso blog e postar alguma coisa. Na verdade, como o nome do próprio já diz, foi “feito à força”. Acreditem se quiser. Mas é a pura verdade. Tudo se resume à aula de Novas Mídias, ministrada pela nossa profª Mariane Maranhão, na qual me valerá 5 pontinhos mais adiante. Então, eis-me aqui, com ele todo “lindo” e “querido”.

Como nessas últimas aulas o comentário eram os benditos posts que viriam a ser publicados aqui, o assunto “rendeu” em minha doce e meiga cabecinha me fazendo matutar sobre algo. E... aqui estou eu pra fazer o meu primeiro post de apresentação. É minha gente, como as coisas mudam, né? Pois bem. Isso pouco importa.O que quero realmente dizer, é que venho pensando em um assunto legal pra postar e comentar com vocês . Mas, por incrível que pareça, ainda não me surgiu nada. Triste, né? rs. Mas, pensarei com muita calma e “prometo” postar alguma coisa nos próximos dias. É como eu sempre digo, as coisas mudam quando a gente menos espera. É sempre assim. Quem diria que um dia eu estaria escrevendo aqui, mesmo que seja um " oi, cheguei por essas bandas". E mesmo tento algo que me “trave” em escrever nessa coisa louca aqui, acreditem se quiser, eu tenho pensado em um assunto em pleno busão, às 6h30 da madrugada ( pra muita gente, né?), o que, pra mim, já é algo natural, já que todos os dias tenho que me acordar às 5hs da manhã para ir ao primeiro round de trabalho.Ufa!

Mesmo pensando no assunto indo para o meu primeiro trabalho, certifico, aqui, que a idéia de fazer o primeiro post valendo (no qual vcs saberão posteriormente), surgiu em um “debate”, nada democrático, no meu 2º trabalho. O que Karina? Ainda tem o 2º round? É... como muitos, acredito eu, também têm. Um amigo fez o comentário e eu coloquei meus queridos parafusos pra pensar – o que é raro, acreditem. Sim, mais voltando aos finalmentes, meu querido amigo Eudes, que “trabalha” comigo lá na Prefeitura de Belém, me deu uma “uma boa idéia”. Aí, tenho pensado nos últimos dias como escrever algo sobre esse assunto “engraçado" e ao mesmo tempo " digno de uma publicação".

Bom... Vou ficando por aqui, porque se eu deixar vou fico escrevendo um monte de coisas. Pra mim o difícil é sempre começar, depois é parar.

Até os próximos posts =(